ALAG Homenageia Daniel Munduruku "Escritor se apresentou para crianças e professores da Rede Municipal"
Academia de Letras e Artes de Gravatá mundurukando
O OBJETIVO MAIOR É A MUDANÇA DE CONCEITOS
Ao tomar conhecimento da vinda para Gravatá, do filósofo, historiador, psicólogo e Doutor em Educação pela Universidade de São Paulo (USP), pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, Diretor-Presidente do Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual, escritor de difusão internacional premiado, Comendador da Ordem do Mérito Cultural da Presidência da Repúbica do Brasil e escritor de 43 livros, Daniel Munduruku, o Presidente da Academia de Letras e Artes de Gravatá, Josias Teles, organizou os acadêmicos da ALAG para fazer uma justa homengem ao ilustre filho dos Mundurukus em sua passagem histórica por Gravatá.
Preparação Os acadêmicos se preparam para receber o Doutor Daniel Munduruku.
Oração Os acadêmicos presentes cumprem seu Regimento, com uma oração antecedente a qualquer evento.
Doutor Daniel Munduruku Entrada do ilustre convidado sob aplausos
Esposa do Doutor Daniel Munduruku Entrada em seguida ao marido sob aplausos
Professora Sulamina Oliveira Principal responsável pela visita do Doutor Daniel a Gravatá. Mestranda em povos indígenas.
Abertura O Presidente Josias Teles faz breve apresentação do currículum do escritor Doutor Munduruku.
Acadêmico Lamartine de Andrade Lima Referenciou os povos aborígines brasileiros entre 250 nações que falam 180 línguas, inclusive os mundurukus suas origens e seu habitat.
Professora Analice Ciceroneou o casal munduruku na sala de espera enquanto os acadêmicos da ALAG preparavam o ambiente para receber o Doutor Daniel.
Mundurukando O
Foco no combate aos preconceitos e extereótipos gerados pela sociedade brasileira com os povos indígenas, é o desafio dele e de outros decendentes de povos indígenas. Fez questão de frizar que estava continuando a luta dos seus avós.
Mundurukando Durante quase uma hora na ALAG, o escritor de 43 livros sobre os povos indígenas (da literatura infantil a publicações para adultos), debateu sobre conceitos e preconceitos contra os indigenas brasileiros desde o século XVII (por volta de 1600).
Luta pelo meio ambiente dos povos indígenas O
combate ao garimpo predatório, à destruição dos rios, o desmatamento assoberbado pelo poder econômico, vai de encontro ao tratamento dispensado pelos povos indígenas aos mananciais das águas, à caça e à pesca controlada para manutenção e sobrevivência das família aborigines.
Troca de genitilezas Fotos e trocas de livros ao final da palestra. A ALAG recebeu 2 exemplares de uma das obras do escritor. Por sua vez, o acadêmigo Dr. Lamartine Andrade o presenteou com uma obra da Associação Comercial da Bahia, a primeira ACE do Brasil, que comemorou 200 anos.
Troca de genitilezas O acadêmico Dr. Gibson, o presenteou com uma de suas 8 obras escritas.
Troca de genitilezas
O acadêmico vereador Agostinho, o presenteou com uma placa sobre o Poder Legislativo.
Troca de genitilezas
O Diretoria da ALAG o presenteou com um Certificado de Participação na Academia.
Secretaria de Educação
A professora Sandra com seu filho, representou a Secretária de Educação, Maria da Paz.
Professoras Estas professoras acompanharam o escritor em sua apresentação para as crianças durante o dia, no Colégio das Salesianas (foto abaixo). E vão acompanhá-lo no encontro com os professores da Rede Municipal no dia seguinte, na sexta-feira. Daniel Munduruku e sua esposa ficaram três dias na cidade.
Professora Sunamita Pós-graduada e mestranda em povos indígenas, intermediou a vinda do escritor para Gravatá pelo conteúdo de suas obras, de quem é seguidora. Lembrou que sua luta em Gravatá é pelo resgate das nossas tribos antepassadas. Foi destaque em Revista de Brasília pelo trabalho que realiza em Gravatá
Resposta ao Portal Durante o coquetel oferecido ao casal munduruku, em ambiente descontraído, nossa reportagem "mundurukou", como o escritor conseguia passar às crianças um assunto tão complexo?
Resposta: "Eu uso a linguagem delas. Eu procuro tirar da cabeça delas o que sempre ensinaram nas escolas - que o índío vive nú dentro das selvas; que é selvagem. Eu mostro para elas que os povos indígenas são organizados. Caçam e pescam para sobreviverem, mas sem destruir os animais nem nossas matas, nossos rios, nossas águas...e elas ficam curiosas em querer saber mais.