O Governo do Estado investiu R$ 42 milhões na construção das escolas.
Na escola de Gravatá, construída com quase 5mil m², são 20 salas de aula, auditório, refeitório, biblioteca com mezanino; laboratórios de informática, biologia, matemática, química, física e línguas, além de quadra de esportes com capacidade para aproximadamente 350 pessoas, área verde e estacionamento.
A escola foi construída na área de terreno onde durante vários governos estaduais funcionou o Centro Social Urbano, no bairro do Jucá.
A secretária de Educação de Gravatá, Maria da Paz, enfatizou o exforço de Gravatá em abrir cursos que atendam a demanda do município. Por sua vez, a Secretaria do Estado abriu vagas nos setores de Hotelaria, Restaurantes e Bares e Informática ligada à essas atividades. Esqueceram de abrir vagas no setor da Construção Civil, com cursos destinados à formação de pedreiros, bombeiros, eletricistas e pintores, com demanda alta em Gravatá.
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O secretário de Educação do Estado, Anderson Campos, admitiu em entrevista à imprensa, falhas na divulgação em vários municípios. Segundo ele - "as escolas técnicas são novas e vão oferecer seus primeiros cursos. Talvez por isso, os pais e alunos não estejam informados das oportunidades oferecidas pelas unidades".
Para se ter uma idéia, em Gravatá, a divulgação se limitou ao Site da Prefeitura e alguns blogs da cidade. A população de um modo geral não tomou conhecimento.
De acordo com o secretário, as gerências regionais de ensino vão colocar carros de som nas ruas dos municípios para divulgar as vagas.
A falta de professores mostra carência nas escolas estaduais. Para suprir as vagas, a Secretaria de Educação abriu concurso para 197 professores e 53 coordenadores. As incrições começaram no dia 16 e se encerram nesta sexta-feira, 27 de janeiro.
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