Quem Somos | Serviços | Portifólio | Contatos

Gravatá Cultural

PÁGINA INICIAL

 AGREMIAÇÕES

>Carnavalescas

>Juninas

 ARTES PLÁSTICAS

 ARTESÃOS

 BANDAS           

 CANTORES

 CINEMA

 CRÔNICAS

 ESCRITORES

 ENTIDADES

 >Abrigo
 >Academia de
   Letras e Artes
 >ACIAG
 >AMA
 >Banda XV de
   Novembro

 >CDG

 >COOPERCREDITO

 >Centro Espírita
   Joana Darc

 >Igreja Batista  

 >Instituto Cultural

 >Liga Desportiva

>Matriz de Santana

 EVENTOS

 HUMORISTAS

 IMÓVEIS ANTIGOS

 MEMORIAL

 MÚSICOS

 POETAS

 REPENTISTAS

 TEATRO

 >Atores e Autores

 >Peças

  GRAVATÁ - J. Lira

A Mulher Perfeita
              Setembro de 2001

    
 Teria que ter
 De Adeline o talento
 De Berenice o moral
 De Clarice a elegância
 De Doralina a fragância
 De Etelvina a ousadia
 De Francilaine a humildade
 De Gislaine a personalidade
 De Helenilda a simpatia
 De Irenilda a franqueza
 De Jaqueline a beleza
 De Karoline a determinação
 De Lauriana a paciência
 De Mariana a competência

 De Nilvéria a ternura
 De Otília o dinamismo
 De Pricília a fidelidade
 De Quitéria a honestidade
 De Rogéria a persuasão
 De Silvana a consciência
 De Terezina a carência
 De Urbanisa a cintura de pilão
 De Vicentisa o nariz afilado
 De Waldirene os olhos azulados
 De Xexena as pernas bonitas
 De Yaranita o longo cabelo
 De Zelita o corpo sem pelo


 A inocência de uma criança
 A voz das que me aclamam
 O Carinho das que me amam
 E me enchem de esperança
 
 Não poderia ter
 De Adeline o temperamento
 De Berenice o medo
 De Clarice a relutância
 De Doralina a arrogância
 De Etelvina a hipocrisia
 De Francilaine a imaturidade
 De Gislaine a hostilidade
 De Helenilda a cobardia
 De Irenilda o ciúme
 De Jaqueline o perfume
 De Karoline a obsessão
 De Lauriana a burrice
 De Mariana a tagarelice

 De Nilvéria a feiúra
 De Otília o egoísmo
 De Pricília a agressividade
 De Quitéria a fragilidade
 De Rogéria a cara de pau
 De Silvana a fala debochada
 De Terezina a boca desdentada
 De Urbanisa o assédio sexual
 De Vicentisa a língua ferina
 De Waldirene as pernas finas
 De Xexena os olhos rasgados
 De Yaranita os peitos de cabra
 De Zelita a bunda magra.

 A astúcia de uma criança
 A voz das que me acusam
 O carinho das que me usam
 E nem me dão esperança
  Nota da redação: 
 
Esta obra de J. Lira foi transcrita do original escrita no ano 2001.

Leia Mais
J. Lira - Rojão de brasileiro
Edgar Batista - Meninos de Rua

Maria José de Carvalho - Hino de Gravatá

PUBLICIDADE

Lirex Propaganda, Consultoria e Marketing Ltda.
E-mail: lirex@gtanet.com.br * Tel. 81-9107.9267
Rua Santo Amaro, 89 - 2º Andar - Centro - Gravatá - PE


Hospedagem de Sites