Teria que ter
De Adeline o talento
De Berenice o moral
De Clarice a elegância
De Doralina a fragância
De Etelvina a ousadia
De Francilaine a humildade
De Gislaine a personalidade
De Helenilda a simpatia
De Irenilda a franqueza
De Jaqueline a beleza
De Karoline a determinação
De Lauriana a paciência
De Mariana a competência
De Nilvéria a ternura
De Otília o dinamismo
De Pricília a fidelidade
De Quitéria a honestidade
De Rogéria a persuasão
De Silvana a consciência
De Terezina a carência
De Urbanisa a cintura de pilão
De Vicentisa o nariz afilado
De Waldirene os olhos azulados
De Xexena as pernas bonitas
De Yaranita o longo cabelo
De Zelita o corpo sem pelo
A inocência de uma criança
A voz das que me aclamam
O Carinho das que me amam
E me enchem de esperança
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Não poderia ter
De Adeline o temperamento
De Berenice o medo
De Clarice a relutância
De Doralina a arrogância
De Etelvina a hipocrisia
De Francilaine a imaturidade
De Gislaine a hostilidade
De Helenilda a cobardia
De Irenilda o ciúme
De Jaqueline o perfume
De Karoline a obsessão
De Lauriana a burrice
De Mariana a tagarelice
De Nilvéria a feiúra
De Otília o egoísmo
De Pricília a agressividade
De Quitéria a fragilidade
De Rogéria a cara de pau
De Silvana a fala debochada
De Terezina a boca desdentada
De Urbanisa o assédio sexual
De Vicentisa a língua ferina
De Waldirene as pernas finas
De Xexena os olhos rasgados
De Yaranita os peitos de cabra
De Zelita a bunda magra.
A astúcia de uma criança
A voz das que me acusam
O carinho das que me usam
E nem me dão esperança
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